\\ Sonho da noite do dia 10 para o 11 de setembro
Estava de frente para um púlpito em um gramado a céu aberto.
Cada uma das minhas tribos estava ali representada, Ivo filho de Johny, Ivo filho de Anhanguera, também filho das armas e filho do fogo; um pentecostal outro um índio nú.. olhavam para o alto e entregavam suas palavras de louvor às alturas. Havia muita sinceridade ali.
Junto a mim, outros olhavam ao pulpito/altar. "Que absurdo!", "Quanta irreverência.." diziam uns, "É a tão abençoado!", "Vejam a gloria de Deus" diziam outros.. Meu coração se angustiava... já não podia ver nem ouvir o que me rodiava. As palavras nao passavam de escárnio, julgamentos e julgamentos por feitos por corações rasos.
O impulso de chorar me tomou as entranhas e como um frio úmido que vai invadindo cada brecha chegou ate o meu coração. A minha face não podia mais esconder a angustia feita evidente em minhas lagrimas..
Minha mae me tomou pelo braço direito e me puxava "ande meu filho" ela dizia. Andávamos ao redor do altar enquanto a cena continuava "ande meu filho, somente ande... nao ouça o que estao dizendo, nao se preocupe com o que está acontecendo ao seu redor, só ande meu filho.". Uma volta ao redor do altar com a minha mae me acalmando, duas... a imagem se ofuscava.
...ao terceiro eu acordo.
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